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Corte na aldeia
domingo, março 15, 2009
Qui demeurent toujours
Ici-bas, les lèvres effleurent
Sans rien laisser de leur velours
Je rêve aux baisers qui demeurent toujours.
G. Appolinaire
Pindaro
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"O que a voz não pode exprimir juntamente em diferentes lugares e a diversas pessoas em um mesmo tempo, o faz a escritura com grande perfeição..."
Francisco Roiz Lobo
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Sus constelaciones íntimas
Um ermo melancólico
Fico ao teu lado
Na solidão que te rodeia
Vistas de dentro
Sorva-se aos tragos
Ausência
Comprimentos e pontas
A força da memória
Uma pedra lançada no poço fundo
Iniciação à geografia
Naturais e nossos
A gravidade das leis
O fio de uma espada
Fantasia
As razoens da inconfydencia
Sentirás mi voz llegarte
Mistura
E não se mexem
À beira rio
Ao sítio exacto
Au loin les suivent
É um povo de cais e fado
Vistas de dentro
Passando
Bandoleiro
Teus beijos, queria-os de tule
A gravidade das leis
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Só é o não ainda
Depois do mais que me dera
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Pátria
Une femme
O Chão é Cama para o Amor Urgente
Mistério
Só esperar
Coincidences
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Pequenas escaramuças
L´Orient de ma vie
Aparta el tiempo
Como el mar quiere a su agua
Do sentido próprio ao figurado
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Bilhetando a saborosa Hilária, polpuda e licorosa....
De argila e luz
Qui demeurent toujours
A falha necessária
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Sós no coração da terra
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A gravidade das leis
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Musica callada
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O instinto do enigma e do trapézio
Connaître la vie
Maior amor
Soupçonne
Os atavios da paixão
Infiel como tu
Acertamento
Farol farolera
A sua assinatura
Azul
La couleur de son âme
Cada palavra
Te reintegra en el cosmos
Lusco-fusco
Passa-se tudo em seguir-me
Pelo cheiro, pelo mistério
Curta, mas redonda...
Mal de amor
Dedicatória
Irmandade dos astros
Cinco coisas
Cartas de marear
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Nem chegaste a partir
Pièce maîtresse
Enganos e desenganos
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Poesia desnuda
Con la flor que se marchita
Redundância
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